Seminario sobre Conocimiento Archivístico (SESA): Inteligencia Artificial y Prácticas Educativas Decoloniales para Valorar la Memoria y Promover el Pensamiento Crítico
DOI:
https://doi.org/10.62758/re.321Palabras clave:
Inteligencia Artificial, Prácticas Educativas Decoloniales, Memoria Histórico-Social, Pensamiento Crítico, SESAResumen
Este proyecto investiga cómo la integración de prácticas educativas, dialógicas y decoloniales en el contexto archivístico, combinada con el uso de inteligencia artificial (IA) aplicada a la difusión de archivos, puede promover la valoración de la memoria histórica local y estimular el desarrollo del pensamiento crítico y cultural en las comunidades, con un enfoque en la justicia social y epistémica. La relevancia del estudio reside en la transformación de las prácticas archivísticas hacia un mayor énfasis en el acceso a la información y la participación de los usuarios. La valoración de la historia local, en particular de las memorias marginadas, y la ampliación del acceso a la cultura son aspectos fundamentales para la promoción de una educación inclusiva y crítica. La metodología cualitativa adopta un enfoque interpretativo y exploratorio, con análisis documental y la aplicación de prácticas bajtinianas de dialogicidad y heteroglosia. La investigación se llevará a cabo en archivos públicos y privados de Paraíba, utilizando IA para mapear e interpretar interacciones y prácticas educativas. Los resultados esperados incluyen un mayor acceso a documentos históricos, la valoración de la memoria cultural local y la implementación de metodologías decoloniales en las prácticas archivísticas. También se espera la participación activa de estudiantes y comunidades, contribuyendo al desarrollo de nuevas prácticas pedagógicas y fortaleciendo la conciencia crítica e histórica. Los impactos del proyecto se extienden a la formación de una red de colaboración entre archivos, escuelas y comunidades, así como a la influencia en políticas públicas e iniciativas que integran la educación y la preservación de la memoria, promoviendo la diversidad y la inclusión en las prácticas archivísticas.
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