La presencia de la dictadura militar en Brasil en el campo de las Ciencias de la Información
DOI:
https://doi.org/10.62758/re.316Palabras clave:
Dictadura Militar, Memoria, Ciencias de la Información, BrasilResumen
Este estudio mapea sistemáticamente la producción académica en Ciencias de la Información sobre la Dictadura Militar Brasileña (1964-1985), examinando 131 documentos (100 artículos y 31 ponencias) para comprender las narrativas informativas construidas sobre el régimen autoritario, especialmente con respecto a la tensión entre la memoria colectiva y el derecho al olvido estipulado en la Ley de Amnistía de 1979. La investigación se basa en tres ejes teóricos: características del régimen (censura, represión y control de la información); la teoría de la memoria y el olvido; y el papel de las Ciencias de la Información en la preservación y recuperación de registros históricos, adoptando un enfoque cualitativo-cuantitativo, exploratorio y aplicado, con recopilación de datos de la base de datos BRAPCI y análisis de contenido categórico. Los resultados destacan siete categorías temáticas principales: archivos de la dictadura, censura, la Comisión de la Verdad, comunicación durante la dictadura, derechos humanos, memoria de la dictadura y resistencia, con énfasis en las iniciativas de archivo y digitalización, estudios sobre silenciamiento, evaluaciones de comisiones de investigación y la dimensión ética de los profesionales de la información en el acceso público a la memoria histórica. Se concluye que las Ciencias de la Información constituyen un campo estratégico para garantizar el derecho a la verdad y combatir el olvido institucionalizado, recomendando el fortalecimiento de prácticas de archivo y difusión que garanticen el acceso democrático a los registros de violaciones, contribuyendo a los procesos de justicia transicional y al aprendizaje colectivo.
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